Descoberta estrutural de combinações
JEM encontra os melhores kits, combos e cestas testando muito menos. Não é palpite: é matemática comprovada — o cálculo é exato e conferido em cada rodada.
Em palavras simples
Imagine que você tem uma loja e quer vender kits — tipo "leve banana + morango + granola". O problema: existem centenas de combinações possíveis, e descobrir qual vende mais exige testar com clientes de verdade, o que custa dinheiro.
A gente analisou 3 milhões de compras reais de supermercado e descobriu duas coisas:
Tem coisa que combina (banana e abacate saem juntos o tempo todo) e coisa que ninguém leva junto (banana comum e banana orgânica — o cliente escolhe uma ou outra). As ferramentas que as empresas usam hoje avaliam cada produto sozinho e não enxergam nada disso.
Cada teste de um kit ensina algo sobre todos os outros kits parecidos. Resultado: dá pra achar os kits campeões fazendo uma fração dos testes — na nossa simulação com esses dados reais, cerca de 8× menos.
Importante: essa análise de supermercado é só um exemplo da aplicação — o mesmo método vale para qualquer catálogo (combos de delivery, cardápios, conjuntos de anúncios). E não é chute: a matemática por trás é fundamentada e tem prova. Um teorema garante que ela extrai o máximo de sinal possível dos dados — no tipo de reconstrução que ela faz, é a melhor possível, não existe versão melhor.
Menos teste = menos dinheiro queimado com kit ruim e resposta rápida o suficiente pra chegar na Black Friday com o kit certo. É isso que estamos vendendo pras lojas.
O problema
O valor de um kit está na combinação, não nos itens soltos. Só que o total de combinações cresce rápido demais para testar uma a uma no tráfego real.
Toda sessão gasta num kit perdedor é receita que não volta. E ir no instinto costuma deixar o campeão de fora.
Como funciona
Em vez de tratar cada kit como um teste isolado, JEM usa a estrutura das combinações para aproveitar cada observação ao máximo.
Kits que se sobrepõem estão conectados. Uma observação em um deles já ensina sobre todos os outros que compartilham produtos — nada de recomeçar do zero a cada teste.
Quanto vem de cada item, de cada dupla (a sinergia) e de trios. É na dupla que quase sempre moram os campeões.
O cálculo é comprovadamente exato — conferido à precisão de máquina em toda rodada. Sem treino, sem GPU, sem ajuste manual: roda em segundos sobre uma planilha.
O diferencial
Modelos que pontuam produto por produto empacam antes dos melhores combos — são cegos justamente para a sinergia entre itens. JEM enxerga exatamente a parte que eles não veem.
Nas cestas de mercado que medimos, a maior fatia do que decide um bom combo está na camada de sinergia — a faixa que os modelos comuns não representam.
Resultados
Números de simulação e de diagnóstico, medidos sobre dados reais de mercado.
Onde se aplica
Regra de bolso: vale onde a decisão é sobre um conjunto — e testar consome tráfego ou verba.
Datas comemorativas, liquidações, Black Friday.
Monte o combo que o cliente realmente quer junto.
Qual trio de anúncios funciona melhor em conjunto.
Sortimento de páginas e prateleiras digitais.
Bundles de pricing e planos combinados.
Reposição e recompra em conjunto.
Como começa
Medimos, nos seus dados históricos, quanta sinergia existe e quanto o processo atual deixa na mesa. Termina em go/no-go.
Se não houver sinergia relevante, a gente fala — e você não segue. Sem integração e sem dados pessoais: basta um extrato simples do histórico.
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